
“Missangas Poéticas” é um breve folhear de anseios e interrogações, decalcados nas memórias ainda quentes da guerra colonial e nas atribulações de um quotidiano angustiado, preso no punho rude do desassossego.
Três escritos de Marcos Vilalva, nascido há 70 anos na branca vila das açoteias (vila alva), a ribeirinha Olhão, hoje cidade, terra de lobos do mar e de moiras encantadas.
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